Limoeiro do Norte. Não é tão somente das bicicletas que ganha fama a terra do limão e nem tão pouco do limão, o qual leva o nome da cidade. A antiga Vila de São João do Jaguaribe, cercada pelos rios Jaguaribe e Banabuiú, passou a mostrar mais, tanto para quem é de fora, quanto para quem mora nela. Hoje, Limoeiro do Norte, integra oficialmente o mapa turístico do Estado do Ceará.
Do banho de rio, da pesca, das pracinhas arborizadas, das missas dominicais, das festas, das quadrilhas, dos eventos, Limoeiro do Norte oferece durante todo o ano, e porque não todo o dia, um lugarzinho para se admirar e conhecer. Da paisagem que compõe o rio Jaguaribe e a Chapada do Apodi, foi incorporada a barragem, que atrai pessoas de diversos lugares, todos os dias.
O cenário também atraiu dois eventos importantes para a cidade, ambos em duas primeiras edições. Em fevereiro foi realizada a primeira edição do Carnalimô, o carnaval popular, durante quatro dias. Na ocasião foram ofertados shows gratuitos e uma estrutura de ambientes e segurança, para que as pessoas aproveitassem um novo roteiro na época.
Durante o ano também é realizado no local, através das secretarias de educação e meio ambiente, projetos de preservação e cuidados com o meio ambiente. O trabalho intensifica-se nos períodos de grande movimento, que tem o intuito de conscientizar os frequentadores da barragem sobre o destino correto do lixo, evitando que sejam jogados justamente no rio.
No final deste mês de dezembro será realizado na Barragem o primeiro Reveillon das Águas, projeto também da Secult. Nesta edição será montada estrutura de palco, shows musicais e um show pirotécnico, que promete ser um verdadeiro espetáculos de luzes nas águas do Jaguaribe.
No centro da cidade há o Museu da Imagem e do Som, que funciona diariamente no Núcleo de Informações Tecnológicas (Nit), ao lado da praça da matriz. O município, que também é reconhecido por ser o berço da radiodifusão na região, abre as portas do espaço para a memória e histórias da cidade, materializada em objetos, livros, discos e poemas e nas canções de compositores locais.
O turismo religioso é outra atração, trazendo fieis das cidades vizinhas. Segundo Pinheiro, a Festa de Santa Luzia, comemorada nos dias 12 e 13 de dezembro, na comunidade do Espinho é uma das mais tradicionais da cidade, e a romaria atrai milhares de pessoas da região. Segundo o secretário, a Secult está contribuindo com a cartilha da igreja, com grupos musicais religiosos e apoio logístico para a festa.
Por Ellen Freitas/DN



